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Como é o nosso processo de criação de marcas?

A criação de uma marca pode parecer complicada a primeira vista, mas seguindo com as ferramentas certas em mãos tudo fica mais fácil.

Tudo começa assim: uma nova oportunidade de negócio, a empresa da família crescendo, aquela ideia genial de um produto que você sonhava a tempos finalmente vai sair do papel. Está tudo se encaminhando, mas espera ai! E a sua marca?

Para algumas pessoas, é simples, cria-se um logo com nome da sua empresa e pronto! Rápido e fácil. Se engana quem acha que  esse processo é tão simples assim, com certeza ela vai ter que retomar esse passo no futuro caso a empresa comece a deslanchar. Só depois o real valor de uma marca bem estruturada vai começar a fazer sentido, aquele investimento de tempo e dinheiro inicial vai mostrar seu valor.

Já falamos aqui sobre a importância de ter uma identidade visual, sabemos que toda marca para existir precisa de 3 ingredientes: nome, identidade visual e posicionamento. O processo de criação de marca é como uma cascata, onde cada etapa é dependente da anterior, por isso é muito importante não pular para a parte que tem “mais necessidade” ou “urgência” pois todas elas são essenciais.

O processo de criação normalmente é uma fórmula bem flexível, dependente muito do tipo de projeto, podendo incluir ou adaptar mais passos dentro da base principal se preciso.

Aqui na IN seguimos uma variação do modelo tradicional, mudando um pouco a ordem do processo. O nosso método é dividido em 4 partes: Pesquisa, Desenvolvimento, Prototipagem e Aplicação.

 

Etapa 1 – Pesquisa

 

Aqui é onde começamos o trabalho de criação da marca. Nesta etapa fazemos todo o levantamento de dados com o cliente, eles serão a base para dar início a pesquisa do posicionamento, análise de concorrentes, tendências do nicho, referências visuais e verbais de marcas existentes.

Uma ferramenta muito importante nessa parte do processo, é a elaboração de um briefing bem completo para preencher com o cliente. Somente com todas as informações em mãos a pesquisa terá mais qualidade e rapidez. Por isso é primordial coletar não só dados objetivos, como nome, tipo de serviço/produtos, proposta de valor, público alvo e etc, mas também os dados subjetivos como: quais são suas expectativas para essa marca? Se a marca fosse uma pessoa, como a descreveria? Quais os pontos positivos e negativos do seu serviço/produto? Como descreveria o seu cliente ideal? Qual seu diferencial de mercado?

Após reunir e analisar todos os dados coletados durante a pesquisa, estamos prontos para o próximo passo que é dar início as primeiras propostas de criação. Lembrando que é muito importante que o cliente esteja participando ativamente nesse processo, pois ele conhece o produto como ninguém e não tem melhor pessoa para guiar os criativos nessa jornada.

 

Etapa 2 – Desenvolvimento

 

Na etapa de desenvolvimento pegamos o resultado das pesquisas realizadas e colocamos tudo que aprendemos em prática. Com uma melhor ideia do que o mercado oferece e as expectativas do cliente, conseguimos montar uma linha de pensamento visual que una esses pontos. Esse processo, por ser mais subjetivo, leva um pouco mais de tempo, afinal é a parte onde os criativos podem soltar a imaginação e criar à vontade.

É muito importante que o cliente também faça parte desse processo, para que não se crie um distanciamento do que ele espera do resultado final e o que realmente está sendo proposto. É preciso sempre ter uma boa comunicação entre todos os envolvidos, pois quanto maior for a troca, melhor o resultado final.

A maioria das agências e criativos, costumam apresentar até 3 propostas iniciais para o cliente analisar se estão seguindo o caminho certo na criação. Após esse feedback, positivo ou negativo, serão feitas as alterações ou refações da proposta apresentada. É nessa hora que um feedback honesto, faz toda a diferença, pois ele que vai conseguir guiar o criativo ao caminho certo, muitas vezes fazendo o projeto fluir muito mais facilidade.


Etapa 3 – Prototipagem

 

Com a linha criativa decidida, entramos a parte dos testes. A etapa de prototipagem é onde vamos ver se tudo aquilo que imaginamos para o projeto conseguirá ser colocado em prática em um nível mais técnico.

Por exemplo, o seu cliente é um restaurante que precisa criar embalagens para entrega, e foi decidido que em sua ID visual usariam materiais mais rústicos como kraft ou papel pardo. Porém durante os testes, viram que o material da embalagem precisava ser impermeável para não correr o risco de manchas e vazamentos, tendo assim que adaptar o tipo de material do suporte para algo menos sensível a umidade. Consequentemente ao fazer essa alteração, é preciso adaptar as cores da embalagem para que a impressão fique mais adequada para aquele novo material.

Testes de cor, material, tipografia, visibilidade, legibilidade, são só alguns testes que são feitos durante essa etapa. O objetivo aqui é não deixar passar pequenos descuidos como um texto que  ficou pequeno demais  ou uma cor que sofre muita alteração no material que foi impressa.

 

Etapa 4 – Aplicação

 

O dia-a-dia será o grande teste de qualquer marca. Só colocando ela no mundo que saberemos o que realmente funciona ou não.

Ter alterações após a marca estar ativa é muito normal, pois ela sempre estará em processo de evolução. Precisamos sempre estar prestando atenção para possíveis melhorias, as aplicando de maneira que se mantenha fiel a essência da marca.

Agora que você já sabe mais sobre o processo de criação de marcas, que tal arriscar e começar aquele projeto que está guardado na gaveta? Entre em contato com a IN, nós vamos adorar te ajudar a colocá-lo em prática!

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